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16 de fevereiro de 2014

VIDA ARTIFICIAL!!

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Vida Artificial
Por outro lado, a vida urbana impõe um ritmo e concepção de vida completamente artificial e bloqueia a percepção holística. A pessoa fica literalmente desassociada da Natureza. Sem o contato direto com a terra, deixa-se de apreciar os milagres que a Natureza proporciona.
-14 SI (artigo - Alimentação) Além do Vegetarianismo (4000) (pm) (pn)5
Sem o contato direto com a terra, deixa-se de apreciar os milagres que a Natureza proporciona.
O grande argumento da vida urbana é a sua praticidade. Fica tudo muito fácil. É só ir ao Supermercado 24 horas, encher o carrinho e pagar o preço. Em casa, a geladeira conserva os produtos por alguns dias. Daí para a panela de pressão ou para o microondas. Tudo muito simples, prático e automático. O vegetariano urbano fica, em muitos casos, envolvido nessa cultura de supermercado. É, portanto, fundamental expandir nossa consciência e ir além do vegetarianismo de motivação pura e simplesmente corpórea.
Vegetarianismo e Consciência de Deus
O vegetarianismo, pela sua natureza sattva-guna, é totalmente compatível com a consciência de Deus. Tenho, contudo, observado que existem muitas pessoas agnósticas e ateias também entre vegetarianos. Muitos perderam a motivação na fé religiosa e canalizam sua tendência devocional para sua dieta. Fazem do processo alimentar, levado às últimas consequências e minúcias, a meta principal da vida. Tornam-se, muitas vezes, fanáticos, similares a alguns grupos religiosos dogmáticos e sectários. Isso acontece também em outras atividades, tidas como humanistas, como ecologia, política (no bom sentido), trabalho social, indigenismo, psicanálise etc. A atividade caracterizadamente secular é revestida de uma aura que sugere um quê de sectarismo religioso.
Não obstante serem atividades piedosas, não se deve considerá-las no mesmo nível da espiritualidade. Quando falamos em “espiritualidade”, referimo-nos à noção de espiritualidade sã, onde o enfoque primordial é a conexão amorosa com a Transcendência, sem motivações materialistas e egoístas.
Quem cozinha? Importante também na alimentação é a vibração que vem embutida na comida. Não é só o valor nutricional do alimento que é importante, mas também seu lado mais sutil, sua vibração. A consciência na hora de se cozinhar deve ser a mais elevada possível. Deve-se ter um ambiente de alto astral, pois as impressões sutis da mente de quem cozinha ficam impregnadas no alimento.
Uma vez ouvi, na Índia, uma história, tida como verídica, de um renunciante muito idoso e iluminado. Todos os dias, no final da tarde, seu servente buscava um copo de leite das vaquinhas do goshala(curral) da vizinhança. Um dia, uma pessoa mundana e materialista estava presente quando o servente foi pegar o leite e, para sentir-se generoso, fez questão de pagar o copo de leite do homem santo. Dessa forma, algumas moedinhas foram economizadas e o materialista ficou com a consciência de ter feito uma grande caridade. Porém, quando o sadhu tomou o primeiro gole do leite, sentiu que havia algo estranho e desagradável naquele leite, diferente da costumeira vibraçãosattva-guna de seu leitinho diário. O servente contou então que tal pessoa tinha pagado, no que o renunciante rejeitou tomar aquele leite. Embora sem diretamente ter tocado, a vibração pesada do materialista tinha impregnado o leite e interferiu na harmonia, pureza e amor que envolvia essa singela atividade cotidiana. Esse é, sem dúvida, um exemplo de extrema sensibilidade, mas podemos entender como uma vibração sutil no éter pode afetar o alimento.
Se isso é assim, o que dizer de quando o alimento é diretamente manuseado e preparado por pessoas de baixo nível moral e espiritual. É realmente importante sabermos quem cozinha e com qual consciência o alimento é cozinhado.
Bhakti-yoga na Cozinha
Da mesma forma com que um alimento pode ser contaminado por vibrações nocivas, pode ser vivificado por uma vibração pura. Quando cozinhamos com a intenção de fazer uma oferenda a Deus, o alimento é dessa forma espiritualizado. Essa intenção é muito importante, pois, se iremos oferecer o alimento que está sendo preparado para Deus, ele deve ser preparado com todos os critérios de limpeza e pureza de consciência. Deve-se evitar antecipar o desfrute sensório que iremos ter ao comer. Nossos sentidos devem permanecer tranquilos, sem agitações. Nada de comentários como “Que cheirinho bom…” e o que dizer de “dedão” na panela para experimentar. O oferecimento do alimento requer um pequeno momento de reflexão e até um pequeno ritual com algum mantra, hora em que a consciência eleva-se a Deus num ato de amor e devoção. Após isso, podemos então satisfazer nossos apetites, demandas corpóreas e desfrutar das delícias do sabor. O alimento assim oferecido a Deus é chamado “prasada”, palavra em sânscrito que significa “satisfação” ou “misericórdia”.















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