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25 de janeiro de 2014

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Prevenção de doença e perda de peso com 







AJUDA DO DNA- MITO OU VERDADE?

Com necessidade de individualizar tratamento nutricional, pesquisas investigam influências externas no genoma humano e prometem indicar riscos para saúde

Por Rio de Janeiro
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Matéria genética (Foto: Reprodução/TV Globo)Dieta baseada no DNA existe?(Foto:Reprodução TV)
Dietas para emagrecer e prevenir doençasestão cada vez mais presentes na mídia e são de grande interesse da população. Será que já é possível através do mapeamento do nossoDNA elaborar uma dieta para prevenir futuras doenças? Existe uma dieta específica para cada indivíduo?
Muitos pacientes procuram o consultório denutrição para tratar doenças, entretanto o papel fundamental da nutrição atual é a promoção da saúde e prevenção de doenças, individualizando o programa alimentar de cada indivíduo. Tornou-se importante conhecer de que forma o que ingerimos, os fatores ambientais e nosso estilo de vida interferem na nossa genética.
Com esta necessidade de individualizar o tratamento nutricional, muitas pesquisas estão sendo realizadas na área da NUTRIGENÔMICA e da EPIGENÉTICA.
A Nutrigenômica é uma ciência  que surgiu para avaliar como os alimentos, poluição, tabagismo, atividade física\sedentarismo e o estresse interferem no nosso genoma (conjunto de todas moléculas do nosso DNA).
Com o conhecimento da Nutrigenômica, poderemos prever doenças futuras e saber como os alimentos podem contribuir para a prevenção ou podem acarretar o aparecimento de doenças.
O exemplo da Nutrigenômica é o que ocorre com pacientes com fenilcetonúria, acúmulo da enzima fenilalanina no sangue, responsável pelos danos no cérebro. O teste do pezinho faz o diagnóstico e os bebês acometidos por essa doença genética são submetidos imediatamente a uma dieta especial, pobre em fenilalanina.
epigenética é a ciência que estuda as mudanças nas atividades genéticas sem modificar a estrutura do DNA, que podem ocorrer por uma ou mais gerações, em fases específicas dos seres humanos como gravidez, infância, puberdade e na velhice, em doenças como diabetes, hipertensão e câncer, e que podem aparecer como consequência do nosso estilo de vida (má alimentação, sedentarismo, tabagismo, etc)
euatleta materia influência do fumo nas mulheres (Foto: Editoria de Arte / GLOBOESPORTE.COM)Estilo de vida influencia dieta (Foto: Editoria de Arte)
A nutrição materna é um exemplo de alteração epigenética para o aparecimento de doenças na vida adulta deste bebê, sendo muito importante a ingestão adequada de calorias, macro e micronutrientes durante a gestação e a amamentação como prevenção das mesmas.
Conhecer a Nutrigenômica e a Epigenética é o futuro para a prescrição de uma dieta 100%individualizada através do conhecimento da genética somada às informações sobre o estilo de vida do paciente.
Há 10 anos, foram mapeados mais de 25 mil genes. Os estudos de como nossa genética, nossaalimentação e nosso estilo de vida ao longo dos anos influenciam nos nossos genes estão apenas começando, e mais estudos são necessários para avaliar esta relação entre genes x dieta.
Ainda não podemos prever quando a Nutrigenômica estará disponível para a população. Já existem empresas que realizam testes genéticos que informam sobre o risco de desenvolver determinadas doenças como: alzheimer, câncer, diabetes, doenças cardíacas, osteoporose, entre outras. Estes testes são realizados através da coleta da saliva e a amostra é enviada a laboratórios especializados.
O custo é elevado e mapear os genes não é suficiente para prevenir o aparecimento das doenças, pois doenças crônicas não transmissíveis como diabetes, câncer e obesidade, podem ocorrer por ação de fatores ambientais diversos (alimentares, psicológicos, sedentarismo e fisiológicos).
Precisamos aguardar a evolução da ciênciacom mais estudos nesta área para avaliar eficácia e aplicabilidade, mas já temos boas ferramentas para tornar a dieta individual epreventiva.
programa alimentar atual pode ser individualizado através de informações de gerações passadas (genética dos pais e avós), estilo de vida atual (fumo, uso de bebida alcoólica, prática de atividade física regular, uso de medicamentos...), hábitos alimentares e história clínica pregressa (quais doenças já apresentou, se já fez cirurgias...). Com informações da história do paciente, podemos programar a alimentação para ter efeito preventivo e não somente curativo.
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
Cris Perroni (Foto: GE)









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